Existe momentos de reflexão que sempre nos leva ao óbvio, esse que nunca queremos enxergar, e normalmente o desprezamos por toda vida, tendo em vista ser muito difícil aceita-lo. As vezes tinir leve som em nossos ouvidos, nem sempre nos faz entender, pois a dor sempre será de quem sente. Normalmente diremos que óbvio é o sentimento de perda, e sem que eu repita, soa dos seus olhos a imagem de quem sente dor e alegria. Dor de quem vive a sua partida, alegria de quem viveu a sua chegada, por fim, o egoismo de uma dor que não aceita o óbvio, a sua ida para um lugar de sábios, pois ele sim agora sabe, que dor nem sempre representa tristeza, mais sim, a alegria de quem soube viver o encanto de uma vida e aceita o óbvio de uma breve partida... te amo tio Paulo
Autor: Thiago Santos
segunda-feira, 25 de julho de 2016
quinta-feira, 21 de julho de 2016
Latência do Caos
Procuro notas em canção
Porém só encontro o vazio, e som algum ecoa
Apenas a solidão do silêncio habita em ti
Já não é mais preenchível com cores
Por um lado negro se deixou invadir, e na impureza do eu navegou
Maré te leva, maré te traz
Sempre te traz
Ao lugar que lhe submeterá a frustração de ser vazia
Em meio a uma multidão ansiosa por acordes complexos
Na espera do mesmo preenchimento de compasso que já não mais lhe invade
Desejando ver cores que já não lhe pertence
Mas saiba, que por opção do próprio ego, se tornaram escravos do tempo
Pois um dia lhe foram antecipado a vinda dele, e sabido que causaria o caos do vazio
Mas sem credito, latência medida sem importância, deixaram o tempo apagar as linda melodias que lhe permitia entrar em corações.
Por fim sem som, sem notas que preenchiam a alma
Por inicio, o amor, Que mudará o caos do vazio e libertará a multidão da escravidão, preenchendo com acordes e cores, a mais bela canção...
Autor: Thyago Santos
Porém só encontro o vazio, e som algum ecoa
Apenas a solidão do silêncio habita em ti
Já não é mais preenchível com cores
Por um lado negro se deixou invadir, e na impureza do eu navegou
Maré te leva, maré te traz
Sempre te traz
Ao lugar que lhe submeterá a frustração de ser vazia
Em meio a uma multidão ansiosa por acordes complexos
Na espera do mesmo preenchimento de compasso que já não mais lhe invade
Desejando ver cores que já não lhe pertence
Mas saiba, que por opção do próprio ego, se tornaram escravos do tempo
Pois um dia lhe foram antecipado a vinda dele, e sabido que causaria o caos do vazio
Mas sem credito, latência medida sem importância, deixaram o tempo apagar as linda melodias que lhe permitia entrar em corações.
Por fim sem som, sem notas que preenchiam a almaPor inicio, o amor, Que mudará o caos do vazio e libertará a multidão da escravidão, preenchendo com acordes e cores, a mais bela canção...
Autor: Thyago Santos
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